Mirage só poderia prestar serviço de monitoramento e portaria.
A Polícia Federal encerrou as atividades de uma empresa de vigilância privada  em Santa Felicidade, que atuava de forma clandestina. O proprietário, um ex-policial militar, foi preso em flagrante. Entre as irregularidades, a empresa não possuía autorização da PF e captava sinal de rádio na frequência da Polícia Militar, sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A PF recebeu denúncias que o Grupo Mirage atuava de forma irregular, que, conforme divulgado pela polícia, foram comprovadas após diligências. O proprietário alega que a empresa atuava apenas com serviços de monitoramento e portaria, mas no local foram apreendidos equipamentos como giroflex, colete balístico, aparelho de eletrochoque, spray antiagressivo e balaclavas. “O giroflex, por exemplo, é um equipamento que nem pode ser usado pela segurança privada. Os outros maquinários indicam que a empresa atuava com segurança privada”, afirmou o delegado Jorge Fayad.